quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Kundalini Yoga



Kundalini Yoga

Kundalini Yoga é denominado Yoga da Consciência, suas práticas são dinâmicas, energizantes e objetivas. Fortalece, alonga, relaxa a musculatura e todo metabolismo. Aumenta a capacidade respiratória e o nível de vitalidade física e psíquica. Estimula a harmonia dos sistemas nervoso e glandular, sincronizando-os com a rede de meridianos, chakras e corpos energéticos. Propõe ainda um profundo mergulho na Meditação.
Esse conhecimento foi um segredo muito bem guardado, entregue pelo Guru a estudantes selecionados durante centenas de anos. De acordo com as escrituras yóguicas esta antiqüíssima ciência tem 7 mil anos. Os ensinamentos foram dados a conhecer somente aos iniciados em templos e monastérios da Índia, Nepal e Tibet. A Kundalini Yoga tem relação muito próxima ao Tantra, que também faz subir a energia Kundalini. Graças a Yogi Bhajan esse conhecimento foi tornado público para o ocidente.
Através da prática da Kundalini Yoga o ser humano pode unir sua consciência cotidiana à sua consciência superior, ou cósmica, de forma regular ou diária, praticando cuidadosamente uma seqüência de exercícios e meditações combinadas. Logo o estudante praticante percebe o movimento da energia dentro de si e ao redor do seu corpo e assim conscientemente, começa a direcionar esse fluxo energético para estimular e acordar os chakras.

domingo, 17 de setembro de 2017

Yogi Bhajan - O professor Aquariano



TRAJETÓRIA DE VIDA

No verão de 1929, no dia 26 de agosto, numa pequena aldeia chamada Kot Karkarn, atualmente território paquistanês, nasceu Harbhajan Singh Puri, conhecido por seus alunos como Yogi Bhajan. Filho de Kartar Singh, médico e proprietário de terras na região, e de Harkrishan Kaur, dona de casa de caráter forte e direto, Yogi Bhajan teve no exemplo da sua mãe a inspiração para sua trajetória.

Naquela época na Índia, as melhores escolas disponíveis eram as católicas, onde Yogi Bhajan teve uma educação e formação privilegiada. Estudou as filosofias religiosas, os ensinamentos e as escrituras espirituais de todo o mundo. Em tenra idade, aos seis anos, seus pais o entregaram aos cuidados do grande mestre indiano Sant Hazara Singh, que o intitulou mestre em Kundalini Yoga aos 16 anos. Sobre sua jornada com o seu mestre, Yogi Bhajan conta muitas histórias inspira-doras, que o fizeram um homem de sólida e consistente experiência espiritual.

DESAFIOS
A vida de Harbhajan Singh Puri foi marcada por grandes transformações. Aos 18 anos, teve que deixar a sua cidade natal, durante o êxodo indiano da região norte de Punjab. Ele caminhou a pé por aproximadamente mil quilômetros até Nova Delhi, carregando apenas uma mochila e conduzindo, além de sua família, mais de 7 mil pessoas das áreas vizinhas. Com a divisão da Índia, em 1947, decorrente da independência da Índia Britânica concedida pelo Reino Unido, tempos difíceis se instalaram, impondo migrações e separações para reassentamentos em terras seguras.

Mais tarde, retomou seus estudos na Universidade de Punjab. Sua capacidade intelectual e argumentativa logo foi reconhecida em seus debates acadêmicos. Também nos esportes tinha um desempenho impressionante, o que lhe valeu o apelido dado pelos colegas de “China Wall”. Graduado em economia, foi trabalhar para o governo indiano e logo relocado para chefiar o setor da Aduana do aeroporto internacional de Delhi. Em 1952, casou-se com Indejit Kaur, com quem teve dois filhos, Ranbir e Kulbir Singh, e uma filha, Kamaljit Kaur.

Alguns anos mais tarde, outra grande mudança aconteceu em sua vida. Apesar das previsões desfavoráveis dos astrólogos e das advertências dos Pudtis, Yogi Bhajan decidiu seguir o seu destino. Convidado pelo Sr. James George, seu aluno e alto funcionário da embaixada canadense em Delhi, Yogi Bhajan embarcou em setembro de 1968 para ensinar
na Universidade de Toronto. Confirmando as previsões, sua bagagem
foi extraviada e Sr. James George morreu em um acidente de carro
dois dias antes da sua chegada. Yogi Bhajan tinha apenas trinta e
cinco dólares no bolso, dinheiro oferecido pelo governo canadense.
TRANSFORMAÇÕES
Ciente de que aquele era o caminho de sua alma, Yogi Ji, apesar dos percalços, ficou no Canadá e para sobreviver trabalhou em uma livraria. Sem recursos, comia donuts envelhecido amolecido em água e embrulhava seus sapatos em jornais para suportar o frio do inverno canadense. Mais tarde foi contratado como terapeuta em um centro
de yoga. Um convite para visitar Los Angeles muda radicalmente o
seu destino.

A sua primeira palestra pública nos Estados Unidos foi em 5 de janeiro de 1969, no Centro Cultural East West, onde declarou com convicção inabalável o direito de cada ser humano de ser “Saudável, Feliz e Santo” – o que mais tarde se tornou o lema de uma das maiores instituições
do seu legado, a 3HO.

Yogi Bhajan via nos jovens dessa época uma ansiosa busca pela experiência espiritual, que, no entanto, a buscavam através das drogas. Ele decidiu então compartilhar os ensinamentos do Kundalini Yoga, apesar da interdição pela antiga tradição indiana. O conhecimento desta tradição e ensinamentos era até então hermético e discipular, passado apenas de mestre para discípulos escolhidos e de castas altas. Jamais fora permitido que um pária pudesse ter acesso à tecnologia. Mas Yogi Bhajan sabia que esta seria a única maneira de verdadeira transforma-ção para uma geração que percorria um caminho equivocado em nome de uma busca espiritual. Muitos desses jovens, então, passaram a trocar as drogas pela prática do Kundalini Yoga, se conectaram com uma vida saudável, reconstruíram seus sistemas nervosos e experimentaram estados elevados de consciência.

Yogi Bhajan soube efetivamente traduzir toda uma experiência espiritual e conhecimentos consistentes das práticas yóguicas, numa abordagem profunda sobre o ser humano, para uma linguagem que a cultura ocidental, carente de valores espirituais, pudesse entender. Ele compar-tilhou inúmeras histórias inspiradoras dos Gurus Sikhs e falou sobre virtudes e valores que conduziriam ao caminho da felicidade.

COMUNICAÇÃO CONSCIENTE
Neste começo modesto, ensinando em centros culturais, logo passou a atrair muitos alunos, que se amontoavam para participar das suas aulas. Em seguida, começou a dar aulas nas Universidades Claremont e UCLA. Em 1971, nomeado Mahan Tântrico pelo Mestre Tibetano Lilan Po, organizou o primeiro Tantra Yoga Branco no ocidente. Desde então, o Tantra Yoga Branco acontece em várias partes do mundo, incluindo o Brasil.

Fiel ao que havia dito, “eu não vim para fazer discípulos, mas para formar professores”, criou uma instituição confiável que certifica os cursos e a formação de professores de Kundalini Yoga em todo o mundo: o KRI – Kundalini Research Institute.

Usando uma comunicação com explicações embasadas na ciência do yoga, Yogi Bhajan falava para qualquer público. Seus ensinamentos influenciaram e deram suporte para vários setores da sociedade, como o da comunicação, da cura, dos negócios, da religião e da política. Foi mentor de senadores, congressistas e governantes, independente do engajamento político ou religioso, influenciando decisões e promovendo a consciência. Encontrou-se com líderes nacionais e internacio-nais de todos os credos, com o objetivo de encorajar o diálogo. Papa Paulo VI, Papa João Paulo II, Dalai Lama e arcebispos de Canterbury são algumas das personalidades religiosas importantes com quem manteve um diálogo para defesa da paz mundial.

Participou de vários eventos como a Celebração do Festival de música de Nova Orleans, em 1971, onde dividiu a cena com Swami Satchidanan-da e Swami Vishnudevananda. Esteve presente em eventos ecumênicos incluindo o Parlamento Mundial de Religiões. Em junho de 1985, criou o Festival Internacional da Prece, o Peace Prayer Day Celebration, no Novo México, EUA, que contou com a presença de expoentes mundiais ligados a assuntos humanitários, políticos e religiosos.

PROSPERIDADE
Ao contrário de muitas tradições yóguicas que pregam o desapego absoluto à matéria, Yogi Bhajan sempre encorajou seus alunos a terem seus próprios negócios, com o objetivo de construírem uma vida próspera e consciente. Uma das primeiras companhias criadas com grande sucesso por meio de suas orientações foi o Yogi Tea, que hoje lidera o mercado de chá no mundo, tanto na Europa, como nos Estados Unidos. Foi consultor de mais de 14 corporações pelo mundo, represen-tando indústrias diversas como a de alimentos para saúde Golden Temple Foods, computadores Sun and Son e segurança Akal Security.

A mulher foi um tema absolutamente relevante nos seus ensinamentos. Em 1972, começou a reuni-las em um acampamento no deserto do Novo México para compartilhar os temas relativos à sua posição na sociedade e na família, fazendo-as relembrar da sua graça, nobreza e força. Embasados nos conhecimentos do Kundalini Yoga que tratam da psique e fisiologia femininas, trouxe uma nova e contemporânea abordagem sobre o papel feminino.

Em 1980 tornou-se PhD, com a dissertação intitulada “Comunicação: liberação ou condenação”.

IMPACTO
Yogi Bhajan tinha uma presença e projeção incríveis. Com seus quase dois metros de altura, encantou audiências, transformou vidas e construiu um legado hoje espalhado por todos os continentes. Os alunos que viveram diretamente a experiência dos seus ensinamentos descrevem-no como um homem absolutamente corajoso e destemido, mas essencialmente humilde e entregue ao servir. Seu compromisso, coragem e generosidade em compartilhar os ensinamentos, de maneira firme e amorosa, o fizeram um mestre formidável e único.

No dia 6 de Outubro de 2004, aos 75 anos, Harbhajan Singh Khalsa deixou seu corpo físico, pedindo para que seus alunos celebrassem a sua volta para casa. Seu legado transforma e inspira muitas vidas e a sua luz segue abençoando todos os seres.

Fontes: 3ho.org; Kundalini Research Institute, livro “O carvão e o diamante”
de Guru Sangat Kaur Khalsa, e depoimentos de alunos de Yogi Bhajan que compartilham pessoalmente suas histórias.


Postagem extraída do site: https://www.abaky.org.br/yogi-bhajan

domingo, 10 de fevereiro de 2013

E AGORA A DISCIPLINA DO YOGA...


"E agora a disciplina do Yoga.
Yoga é a cessação da mente.
Então, a testemunha fica estabelecida em si mesma.
Em outros estados, há a identificação com as modificações da mente." 
(Patânjali em Yoga Sutras)

Patânjali é bem claro ao descrever o que é Yoga, uma disciplina. Uma disciplina que requer que o praticante seja uma testemunha estabelecida em si mesma.

Não há Yoga sem a consciência da própria mente.

Podem haver práticas psicofísicas, mas dizer que é Yoga, somente quando houver a cessação da mente. Quando deixarmos de ser reféns de nossos pensamentos para estarmos cientes do que se passa com nossa mente, nosso corpo e nossas emoções.

As muitas linhas de Yoga que surgiram e respectivas Metodologias de Ensino são posteriores a Patânjali. Quando Patânjali , o sábio que escreveu Yoga Sutras, não haviam todas as Linhas de Yoga nem os aparatos que existem atualmente. Era simplesmente Yoga, a cessação da mente. E para atingir esse estado, alguns caminhos eram utilizados.

Nos dias de hoje, o Yoga conquistou o Ocidente.
A disciplina prática conquistou mais adeptos em busca dos benefícios, do bem estar proporcionados por ela. Muitas Metodologias foram desenvolvidas no ensino desta prática milenar.

Muitas pessoas passaram a defender seus conceitos e métodos, uns mais científicos outros menos.
E quando uma pessoa me procura para praticar Yoga a pergunta que eu sempre ouço é: fale sobre a "Linha de Yoga" que você ensina. Ou perguntam ainda sobre as diferenças entre uma linha e outra.

E eu gosto de responder: "Quer saber como é a modalidade que ofereço e as diferenças das demais modalidades de Yoga oferecidas na cidade, pratique." Ora, tratando-se de uma disciplina prática como sabê-la sem experimentação?

É bastante usual que as escolas ofereçam uma aula experimental gratuita. Através dessa aula você poderá avaliar se a prática tem haver com seus anseios e necessidades ou se estão muito distantes.
As Metodologias são apenas caminhos diferenciados que levam o praticante ao mesmo fim: o Yoga.
Não existe um caminho melhor nem tampouco pior, existe sim o caminho que mais corresponde às suas necessidades pessoais.

Algumas pessoas procuram as aulas e perguntam: o Yoga que você ministra tem Meditação? Porque eu queria algo mais físico. Se para você, a cessação da mente é mais facilmente obtida através de uma prática física intensa, talvez realmente seja essa a aula ideal. No entando, são apenas caminhos. As vezes aquilo que você mais repudia - no caso a Meditação - é o que mais sua mente necessita, mas você teme muitas vezes por simplesmente não ter experimentado.

Yoga é uma disciplina prática, que nos conduz à cessação da mente.
É uma ciência.
Por ser prática, por ser uma ciência, subentende a experimentação.

Pratique, conheça, experimente, vivencie e encontre-se através do Yoga!


Muita PAZ
OM SHANTI OM

Yasmine Amar









YASMINE AMAR KAUR

Claudia Krizizanowski é Yasmine Amar kaur (em árabe que significa Alva Flor da Lua), bailarina e Professora de Danças Orientais e Flamenco desde 1994, com Qualificação Padrão de Qualidade Khan El Khalili/SP.

Pratica e estuda a filosofia do Yoga desde 1998.
Em 2000 concluiu o Curso de Formação com Om Jacques Félix Trindade, aprofundando a vivência do Yoga em todos os seus níveis.

Em 2006 graduou-se em Educação Física pela UFMT e concluiu Pós Graduação em Pedagogia do Esporte pela mesma Instituição, desenvolvendo Pesquisa Científica sobre Yoga e Qualidade de Vida além de estudos pedagógicos para aplicação do Yoga nas Escolas.

Em 2013 estudou ASHTANGA YOGA com Yasmin Nammu (Itália).

Durante o ano de 2013 estudou KUNDALINI YOGA com Belisa Maggi.

CONTATO

Para entrar em contato conosco, você pode fazê-lo:

1) Por e-mail :  yasmineamar@gmail.com
2) Telefone ou whatsapp: (65) 9 8111-8683


Local das Aulas:
Corpo e Alma - CPA 1

Muita PAZ
OM SHANTI OM!
Yasmine Amar Kaur


   

terça-feira, 10 de abril de 2012

YOGA –considerações importantes acerca da prática

Aquele que compreende um símbolo, não somente abre a si próprio para o mundo objetivo, mas, ao mesmo tempo, consegue emergir da sua situação pessoal e alcançar uma compreensão universal. Graças ao símbolo, a experiência individual é ‘despertada’ e se transforma num ato espiritual.” (Mircea Eliade)



Quando a pessoa começa a praticar Yoga, ela passa por uma série de adaptações: anatômicas, fisiológicas e psicológicas.
O processo acontece de maneira completamente individual, mesmo estando em grupo.
Pouco a pouco, os praticantes vão dando seus passos rumo a conquista do bem estar e autoconhecimento.
Muitos obstáculos interiores surgem manifestando-se externamente,no corpo. É muito importante que o praticante mantenha o foco e a concentração, estando atento a tudo que acontece consigo mesmo e ao seu redor.
A prática de Yoga acontece com os olhos fechados, com a atenta observação do instrutor de Yoga, fazendo intervenções e ajustes quando se fazem necessários.
A medida que evolui em sua capacidade de concentração, é natural que o instrutor ofereça alguns desafios, não somente nos aspectos físicos. O tempo de permanência nos ásanas, a evolução anatômica das posturas a medida em que se conquista mais flexibilidade, força e equilíbrio, a capacidade de executar práticas respiratórias e aprendizado de mantras que atuam diretamente no organismo, etc e, naturalmente, a capacidade de contemplação e meditação, a medida que aprendemos a reduzir a ansiedade através das práticas respiratórias.
Em poucas aulas, a pessoa já consegue se desprender dos comandos visuais e seguir sequências comandadas auditivamente. Em poucas aulas, a pessoa consegue abstrair sentidos em pratyahara e descontrair toda sua musculatura de maneira consciente, experimentando um relaxamento profundo e restaurador.
É também em poucas aulas, que aprendemos a desacelerar a agitação mental oriunda do excesso de informação visual, especialmente, criando assim, na prática de Yoga, uma pausa extremamente salutar para todo organismo.
A medida em que adquirimos essa capacidade, passamos a colocar em prática no dia a dia todo esse treinamento, aprendendo a ter domínio sobre o corpo e a mente.
No entanto, cabe ressaltar, que passamos por constante processo terapêutico durante essa conquista de plenitude através da prática do Yoga e que processos terapêuticos muitas vezes incomodam. Sensações como irritabilidade e ansiedade são notadas nas primeiras aulas, período de adaptação à prática. É também na fase inicial, que entramos em contato direto com fatores limitantes do próprio corpo. Nossa cultura ocidental é absurdamente limitante no que diz respeito ao corpo. Praticar Yoga, significa exercitar o corpo não só física, mas mentalmente também , significa transpor limites, sem agressividade ao corpo, mas adquirindo grandes conquistas diárias, como por exemplo, uma postura mais saudável através de um fortalecimento profundo da musculatura responsável pelos ásanas de alinhamento postural.
Todas essas conquistas passam a desvendar-se a medida em que você evolui na sua prática.
Ao término do segundo mês já notamos um avanço incrível.
Quanto mais consciente da prática, do ritmo respiratório e do centramento da mente, mais significativamente o praticante evolui. Muitas vezes o aluno não está atento às evoluções e não percebe o quanto conquistou, o que não passa desapercebido aos olhos do instrutor atento.





Algumas dicas podem ser observadas para evoluir nas suas práticas de Yoga e não desanimar:

1) Evite faltar- a regularidade é fundamental para conquistas mais significativas e duradouras, além de nos tornarmos pouco a pouco mais auto suficientes em nossas práticas diárias; quando faltar, converse com seu instrutor a possibilidade de repor em outro horário

2) Procure não ingerir alimentos antes da prática. Além de atrapalhar, pode correr o risco de ter uma congestão pois, em posturas que exigem mais da circulação sanguínea, a digestão pode ficar comprometida. O jejum ideal é de pelo menos 2 horas, no mínimo, antes de sua prática. Se aconteceu de comer, comunique seu instrutor para que este possa direcionar sua prática de maneira individualizada na turma.

3) Evite ingerir água pelo menos em quantidade significativa, pelo menos 1 hora antes da prática.

4) Converse com o instrutor no final da prática sobre todas as dúvidas que surgirem no decorrer da mesma.

5) Evite utilizar no corpo objetos de metal, tais como relogios, óculos, jóias; eles interferem na absorção do prana, bem como na movimentação energética nos pujas, bandhas, e mesmo nos ásanas, bloqueando alguns pontos e interferindo nos resultados.

6) Evite praticar no ar condicionado. Quando não tiver outro jeito, é recomendado desligar no momento do yoganidra , pranayamas e kryias, especialmente nos tátrakas e no kapalabhati.

7) Não execute ásanas que lhe foram contraindicados. O ideal ao iniciarmos as práticas de Yoga, ou avançarmos nelas, é sermos avaliados por um médico. Para isso, temos uma ficha médica com os principais ásanas, dos quais as variações são similares cinesiologicamente, que permitem ao instrutor analisar o que é salutar e o que não é para seu aluno. Não insista. Pessoas com osteopatias devem abster-se de determinados ásanas.


Além desses itens a ser observados, algumas considerações conforme Gabriela Cella Al-Chamali, em YOGA- Manual Prático

         
- Administrar uma sucessão  correta de ásanas que se compensem mutuamente;

- Ao se saber que os ásanas agem sobre músculos, ossos, órgãos internos, sistema nervoso e energia mental,  a ordem de execução de ásanas deve ser organizada de acordo com a ação dos ásanas;

- A partir do momento uma a posição tornar-se um ásana (mantida por um longo tempo na imobilidade) é que devemos estar mais atentos a ordem de execução pois é a partir daí que começa a trazer mais efeitos sobre todo organismo;

- Quando os ásanas começam a tornar-se confortáveis, de modo que possam ser mantidos por cerca de dez minutos, é fundamental não executar sempre a mesma sequência fixa de ásanas. A importância de “mudar” a forma física para “mudar” a forma mental”,para isso existem uma infinidade de ásanas e variações.

- É por esses motivos que devemos procurar executar sequências que levam o corpo a atuar de maneira equilibrada, tanto a nível muscular como orgânico, sem descuidar das mensagens simbólicas trazidas pelos ásanas. É natural que aqueles ásanas que a pessoa rejeita, seja por lhe parecerem maçantes, cansativas ou pesadas,  tem haver sempre com uma mensagem simbólica que é dirigida àquilo que a pessoa  deveria mudar em si mesma.

 
Observe atentamente as recomendações e obtenha ao máximo os benefícios que as prática podem propiciar!



Muita PAZ!
OM SHANTI OM!

Yasmine Amar
(Educadora Física e Instrutora de Yoga)